Clash Royale. 

Eu nunca gostei muito de esportes. Por isso, nunca tinha descoberto a emoção que é torcer para alguém ou um time em uma competição.
Eu até tenho um time de futebol (poucos brasileiros não tem, não é? É aquele time do seu pai ou o time para o qual seus amigos torcem. Até minha avó tem um time secreto do coração) e tal, mas nunca levantei da cadeira e fiquei em pé pulando e gritando, querendo que uma pessoa ou um tine ganhe uma partida de alguma coisa. Nem mesmo em jogo do Brasil na copa eu tenho essa sensação.
Mas… Nossa! O que são esses novos jogos de aplicativos no celular! Eu descobri o prazer de tocer, com o Clash Royale.
O jogo consiste numa espécie de batalha online entre você e um oponente. Cada um dos lados tem três torres, duas adiantadas de defesa, que atacam os oponentes com flecha conforme eles se aproximam e uma recuada que fica inativa até uma das duas torres da frente caírem, que é a Torre do Rei. Ganha quem tiver derrubado mais torres do oponente quando o tempo termina ou ganha-se imediatamente ao destruir a Torre do Rei do oponente. Cada um utiliza um deck de oito cartas selecionadas dentre as inúmeras opções de cartas do jogo. E é basicamente isso.
E existem campeonatos mundiais dessas coisas! Um universo que eu desconhecia completamente! Mas, ainda bem, meu primo me fez baixar esse jogo há algum tempo. Ele está sempre por dentro dos jogos do momento e eu me atualizo com ele.
Eu nunca havia me identificado com nada a ponto de torcer e de acompanhar as disputas de um esporte.
Fiz natação quando era pequena, mas assistir ao esporte para mim é chato, pois eu só vejo água para tudo que é lado; a minha paixão pelo basquete foi altamente desencorajada porque eu sou baixa, então eu perdi o interesse, enfim… Esse joguinho de celular especificamente, eu jogo sempre. Toda noite antes de dormir ou durante o dia em períodos curtos de folga (cada partida leva três minutos, podendo ser prorrogada por mais um para desempate, às vezes, é esse tempo que eu uso para me distrair em uma pausa nos estudos). Então, essa relação com o jogo me levou a, de fato, começar a torcer e acompanhar os campeonatos!
A experiência de torcer, torcer mesmo por um negócio, é muito intensa. Porque você sente aquela tensão, você quase infarta, e depois, tudo se resolve… E você fica naquela sensação de relaxamento e felicidade. Mesmo quando seu jogador favorito ou time perde. Sim. Se você julga que seu time jogou bem, você fica feliz mesmo com a derrota. Não um feliz de “bobo alegre”, mas um feliz de “dever cumprido”, de quem deu tudo de si. Você sente isso junto com quem está lá disputando.
Essa sensação é bem boa. Então a dica é que vale a pena encontrar alguma coisa pela qual torcer de verdade se você ainda não tem isso na sua vida.

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