Casamento 

“O casamento é uma prisão. É uma instituição de merda. E, quando duas pessoas sabendo disso resolvem ainda assim se casar, o casamento é a coisa mais romântica do mundo”.

Foi esse o espírito do meu casamento.

Eu cresci assistindo Disney e não consegui fugir totalmente da fantasia do casamento com o príncipe encantado.

Então, quando percebi que amava meu namorado perdidamente; quando eu me dei conta do quão foda ele era; de que eu me sentia uma pessoa melhor quando nós estávamos juntos; e de que eu não precisava guardar nenhum segredo dele (isso é importante para mim), eu o pedi em casamento.

Mas não foi tão simples assim. Eu não acreditava no casamento (o que me deixava confusa) e ele também não. Mas, como eu falei: Disney.

Quando eu o pedi em casamento, portanto, foi como um desabafo. No meio de uma briga ele exclamou: Então fala o que é que você quer!
– Eu quero me casar com com você!
– Nossa, sério?
– Sim. Você falou para eu dizer que eu quero. É isso que eu quero!
-Tá bom, então.

Foi assim que começou nossa história de sucesso com o casamento. Algumas pessoas que torceram a cara dizendo que não é a mulher que tem que pedir ou que o pedido não foi nada romântico já se divorciaram.
Nós estamos aqui, quase dois anos de casados, seis de relacionamento, ainda em plena lua de mel!

6 comentários em “Casamento 

  1. Com todo o rigor que aprendi na minha vida, não gostei do texto: passagens demasiado abruptas de assunto, precário nas sutilezas, não se configura enquanto gênero literário, é precoce a conclusão, podendo ter sido adiada em detrimento de mais conteúdo, et cetera.
    No entanto, o amor e a paixão, esses sentimentos que não se explicam, questões de silêncio e contemplação, me fizeram chorar ao ler as suas linhas. Que você se reinvente a cada dia com a grandiosidade dessa aurora que é o seu casamento!
    Felicitações!

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    1. Olá! Que bom que o texto foi emocionante para você!
      Sinto muito que não tenha gostado da estrutura.
      Eu estou na minha viagem de Lua de Mel, por isso reconheço que tenho escrito com menos cuidado.
      Quando eu viajei me perguntei se valeria a pena escrever mo Blog por esses dias, resolvi que sim, uma vez que eu tinha assumido recentemente o desafio de escrever todos os dias. Mas não tem sido fácil.
      Ainda bem que eu tenho muita garra e todo o apoio do meu marido 😛
      Mas vou considerar revisitar este texto no futuro.

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  2. Com todo o rigor que aprendi em minha vida, não gostei do texto:passagens demasiado abruptas de assunto, um quotidiano beirando o vulgar, precário em sutilezas, palavreado desnecessário, não se configura enquanto gênero literário, apenas mais uma postagem em blog, novamente o vulgar lhe dando as mãos,é precoce a conclusão, podendo ter sido adiada em detrimento de mais conteúdo, de mais calor.
    Entretanto, o amor e a paixão, esses sentimentos que não se explicam, questões de silêncio e contemplação, me fizeram chorar ao ler as suas linhas. Que você se reinvente a cada dia com as cores e com a profundidade dessa aurora que é o seu casamento.
    Felicitações!

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  3. RsRs… Gulherme e seu eterno apego às formas…
    Quer dizer que ABL está fora de cogitação, então? = P

    Fiquei emocionado também amoreco!
    Que a nossa vida seja sempre cada vez mais não convencional!
    Beijo!

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